La juventud como categoría analítica y condición social en el campo de la salud pública

Autores/as

  • Diego Alveiro Restrepo Ochoa Universidad CES

Resumen

La juventud ha sido uno de los segmentos poblacionales que ha ocupado el interés de la salud pública, pues se reconoce a los jóvenes como un grupo etario que se encuentra “en riesgo” frente a determinados problemas de salud pública o como una población “generadora de riesgo”. Pese a que se ha reconocido ampliamente la importancia de las investigaciones y las políticas dirigidas a promover, mantener y mejorar la salud de los jóvenes, la categoría de “juventud” se ha restringido, en la mayoría de los casos, a una taxonomía cronológica, dejando de lado dimensiones históricas, políticas, sociales, culturales y económicas fundamentales dentro de la estructura generacional de la sociedad y que juegan un papel central en la interpretación de las realidades referentes a la salud de los jóvenes.

 

Palabras clave

Juventud, Salud Pública

 

Abstract

Youth has been one of the population segments that has occupied the interest of public health, since it is recognized as an age group that is "at risk" in the face of certain public health problems or as a "risk-generating" population. While the importance of research and policies aimed at promoting, maintaining and improving the health of young people has been widely recognized, the "youth" category has in most cases been restricted to a chronological taxonomy, leaving aside historical, political, social, cultural and economic dimensions that are fundamental within the generational structure of society and which play a central role in the interpretation of realities concerning the health of young people.

 

Keywords

Youth, Public Health

 

DOI: http://dx.doi.org/10.21615/cesp.9.2.0.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Referencias bibliográficas

Abib, J. A. D. (1982) Skinner, materialista metafísico? Never mind, no matter. In Bento Prado Junior (Org.). Filosofia e comportamento. São Paulo: Brasiliense.

Anderson, C. M., Hawkins, R. P., & Scotti, J. R. (1997). Private events in behavior analysis: Conceptual basis and clinical relevance. Behavior Therapy, 28, 157-179

Baum, W. M. (2005). Understanding behaviorism: Behavior, culture and evolution (2a. ed.). Oxford: Blackwell Publishing.

Baum, W. M. (2011a). Behaviorism, private events, and the molar view of behavior. The Behavior Analyst, 34(2), 185–200.

Baum, W. M. (2011b). No need for private events in a science of behavior: Response to commentaries. The Behavior Analyst, 34(2), 237-244.Borba, A., & Tourinho, E. Z. (2010). Instrumentalidade e coerência do conceito de eventos privados. Acta Comportamentalia, 18(2), 279-196.

Carrara, K. (2005). Behaviorismo radical: Crítica e metacrítica. São Paulo: Editora UNESP.

Catania, A. C. (2011). On Baum’s public claim that he has no significant private events. The Behavior Analyst, 34(2), 227-236.

DeGrandpre, R. J. Bickel, W. K., & Higgins, S. T. (1992). Emergent equivalence relations between interoceptive (drug) and exteroceptive (visual) stimuli. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 58, 9-18.

Friman, P. C., Hayes, S. C., & Wilkson, K. G. (1998). Why behavior analysts should study emotion: The example o anxiety. Journal of Applied Behavior Analysis, 31, 137-156.

Gongora, M. A. N., & Abib, J. A. D. (2001). Questões referentes à causalidade e eventos encobertos no behaviorismo radical. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, 3(1), 4-29.

Hayes, L. J. (1994). Thinking. In S. C. Hayes, L. J. Hayes, M. Sato, & K. Ono (Eds.), Behavior analysis of language and cognition (pp. 149-164). Reno, NV: Context Press.

Hocutt, M. (2009). Private events. Behavior and Philosophy, 37, 105-117.

Hineline, P. N. (2011), Private versus inner in multiscaled interpretation. The Behavior Analyst, 34(2), 221-226.

Leigland, S. (2014), Contingency horizon: On private events and the analysis of behavior. The Behavior Analyst, 37, 13-24.

Lopes, C. E. (2004). Comportamento e Disposição. In M. Z. da S. Brandão, F. C. de S. Conte, F. S. Brandão, Y. K. Ingberman, V. L. M. da Silva, & S. M. Oliani. (Orgs.). Sobre Comportamento e Cognição. Santo André: EseTec.

Lopes, C. E. e Abib, J. A. D. (2003) O behaviorismo radical como filosofia da mente. Psicologia: Reflexão e Crítica, 16(1), 85-94.

Marr, M. J. (2011). Has radical behaviorism lost its right to privacy? The Behavior Analyst, 34(2), 213–219.

Matos, M. A. (1995). Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical. In B. Rangé (Org.) Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas. Campinas: Editorial Psy.

Matos, M. A. (2001). O behaviorismo metodológico e suas relações com o mentalismo e o behaviorismo radical. In R. A. Banaco (Org.). Sobre comportamento e cognição: Aspectos teóricos, metodológicos e de formação em Análise do Comportamento e terapia cognitivista. (pp. 57-69). Santo André: ESETec.

Micheletto, N., & Sério, T. M. A. P. (1993). Homem: Objeto ou sujeito para Skinner? Temas em Psicologia, 2, 11-21.

Moore, J. (1995). Radical behaviorism and the subjective-objective distinction. The Behavior Analyst, 18, 33-49.

Moore, J. (2001). On psychological terms that appeal to the mental. Behavior and Philosophy, 29, 167-186.

Moore, J. (2009). Why the radical behaviorist conception of private events is interesting, relevant and important. Behavior and Philosophy, 37, 21-37

Overskeid, G. (1994). Private events and other causes of behavior: Who can tell the difference. The Psychological Record, 44, 35-43.

Palmer, D. C. (2009). The role of private events in the interpretation of complex behavior. Behavior Behavior and Philosophy, 37, 3-19

Palmer, D. C. (2011). Consideration of private events is required in a comprehensive science of behavior. The Behavior Analyst, 34(2), 201–207.

Pompermaier, H. M. (2013). Avanços na compreensão da subjetividade no Behaviorismo Radical. Dissertação de mestrado. São Carlos: Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de São Carlos.

Pompermaier, H. M., Melo, C. M., & Pimentel, N. S. (2014). Diferentes abordagens dos fenômenos subjetivos na obra de B. F. Skinner. Interação em Psicologia, 18(2), 205-215.

Ryle, G. (1980). The concept of mind. New York: Penguin Books. (Trabalho originalmente publicado em 1949).

Schlinger H. D. (2011). Introduction: Private events in a natural science of behavior. The Behavior Analyst, 34(2), 181-184.

Sério, T. M. A. P. (2005). O behaviorismo radical e a psicologia como ciência. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva [online], (2), 247-262.

Simonassi, L. E., Tourinho, E. Z., & Silva, A. V. (2001). Comportamento privado: Acessibilidade e relação com comportamento público. Psicologia: Reflexão e Crítica, 14, 133-142.

Skinner, B. F. (1957). Verbal Behavior. New York: Applenton-Century-Crofts.

Skinner, B.F. (1961). The operational analysis of psychological terms. In B.F. Skinner (Org.), Cumulative Record. New York: Appleton-Century-Crofts. (Trabalho originalmente publicado em 1945)

Skinner, B. F. (1965) Science and human behavior. New York: Free Press. (Trabalho originalmente publicado em 1953).

Skinner, B. F. (1969). Contingencies of reinforcement. New York: Appleton-Century-Crofts.

Skinner, B. F. (1971). Beyond freedom and dignity. New York: Alfred A. Knopf.

Skinner, B. F. (1976). About behaviorism. New York: Vintage Books. (Trabalho originalmente publicado em 1974).

Skinner, B. F. (1990). Can psychology be a science of mind? American Psychologist, 45, 1206-1210.

Skinner, B. F. (1991). Recent issues in the analysis of behavior. (Anita L. Neri, Trad.). Campinas: Papirus. (Trabalho originalmente publicado em 1989).

Stemmer, N. (1992). The behavior of the listener, generic extension, and the communicative adequacy of verbal behavior. The Analysis of Verbal Behavior, 10, 69-80.

Stemmer, N. (1995). Explanatory and predictive roles of inner causes: A reply to Overskeid. The Psychological Record, 45, 349-354.

Tourinho, E. Z. (1999). Estudos conceituais na análise do comportamento. Temas em Psicologia, 7(3), 213-222.

Tourinho, E. Z. (2004) Behaviorism, interbehaviorism and the boundaries of a science of behavior. European Journal of Behavior Analysis, 5(1), 15-27.

Tourinho, E. Z. (2006). Subjetividade e relações comportamentais. Tese para concurso de Professor Titular. Belém: Departamento de Psicologia Experimental da Universidade Federal do Pará.

Tourinho, E. Z. (2007). Conceitos científicos e eventos privados como resposta verbal. Interação, 11, 1-9.

Tourinho, E. Z., Teixeira, E. R., & Maciel, J. M. (2000). Fronteiras entre análise do comportamento e fisiologia: Skinner e a temática dos eventos privados. Psicologia: Reflexão e Crítica, 13, 425-434.

Vandenberghe, L. (2004). Relatar emoções transforma emoções relatadas? Um questionamento do paradigma de Pennebaker com implicações para a prevenção de transtorno de estresse pós-traumático. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, 6, 39-48.

Zilio, D., & Dittrich, A. (2014). O que fazer com os eventos privados? Reflexões a partir das ideias de Baum, parte I: A definição de privacidade, Acta Comportamentalia, 22(4), 483-496.

Descargas

Publicado

2016-11-09

Cómo citar

Restrepo Ochoa, D. A. (2016). La juventud como categoría analítica y condición social en el campo de la salud pública. CES Psicología, 9(2), i-vi. Recuperado a partir de https://revistas.ces.edu.co/index.php/psicologia/article/view/4022

Número

Sección

Editorial