CLIMA DE ESCOLA E TÁTICAS DE GESTÃO DE CONFLITO – ESTUDO QUANTITATIVO COM ESTUDANTES PORTUGUESES (School climate and conflict management tactics - A quantitative study with Portuguese students)

Pedro Cunha, Ana Paula Monteiro, Abílio Afonso Lourenço

Resumen


Resumo

O artigo trata de uma investigação quantitativa dedicada a analisar a relaçãoentre clima na escola e táticas de gestão de conflito. O estudo foi realizadocom uma amostra de 348 alunos de escolas públicas de Portugal.Em contexto de sala de aula foram aplicados a CTS (Conflict Tactic Scale),o CLES (Questionário do Clima de Escola) e uma ficha de dados pessoais eescolares (para analisar as variáveis sexo, ano de escolaridade, númerode reprovações e horas de estudo). Os resultados demonstram que a utilizaçãode táticas não violentas (negociação e discussão) na gestão dosconflitos interpessoais influencia positivamente o clima de escola. Apontamainda para relações estatisticamente significativas entre o sexo e asestratégias não violentas, entre o sexo e violência física, entre violênciaemocional e clima de escola e entre violência física e clima de escola. Sãoainda indicadas as implicações para a realidade estudada nas escolas.Palavras-chave: Gestão de Conflito, Clima de Escola, Escola.AbstractThis paper introduces a quantitative research addressed to analyse therelationship between school climate and conflict management strategies.The study was conducted with a sample of 348 students from publicschools in Portugal. CTS (Conflict Tactic Scale), the CLES (Questionário doClima de Escola) and a personal and academic data sheet to study variablessuch as gender, year of schooling, number of failures, and attendancehours. The results demonstrate that the use of nonviolent tactics (negotiationand discussion) in the interpersonal conflict management with students,impacts positively the school climate. Additionally, the results indicatethe existence of statistically significant relationships between sex andnonviolent strategies, between sex and physical violence, between emotionalviolence and school climate (α = -11; p = .043) and between physicalviolence and school climate (α= -11; p=.035). The paper also indicates theimplications into the school context.

Keywords: Conflict Management, School Climate, School Environment, School.

Resumen

El artículo presenta una investigación cuantitativa dedicada al análisis de la relaciónentre clima en la escuela y tácticas de gestión del conflicto. El estudio se realizó conuna muestra de 348 alumnos de escuelas públicas de Portugal. En el contexto delaula de clase se aplicaron la CTS (Conflict Tactic Scale), el CLES (Questionário do Climade Escola) y una ficha de datos personales y escolares (para analizar las variablessexo, año de escolaridad, número de reprobaciones y horas de estudio). Los resultadosevidencian que la utilización de tácticas no violentas (negociación y discusión) enla gestión de los conflictos interpersonales de los alumnos influencia positivamenteel clima de la escuela. También presentan relaciones estadísticamente significativasentre sexo y estrategias no violentas, entre sexo y violencia física, entre violenciaemocional y clima de escuela e entre violencia física y clima de escuela. Finalmente,se indican las implicaciones para la realidad estudiada en las escuelas.

Palabras-clave: Gestión del Conflicto, Clima Escolar, Ambiente Escolar, Escuela.

 

DOI: http://dx.doi.org/10.21615/cesp.9.2.1


Palabras clave


gestão de conflito; táticas, clima; escola

Citas


Antunes, J. (2002). Motivação e atitudes dos jovens alunos face ao ambiente da aula e da escola. Tese de mestrado, Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, Lisboa.

Ayas, T., Deniz, M., Kagan, M., & Kenç, M. F. (2010). An investigation of conflict resolution strategies of adolescents. Procedia Social and Behavioral Sciences, 2(2), 3545–3551.

Barros, N. (2010). Violência nas Escolas. Bullying. Lisboa: Bertrand Editora.

Blaya, C. (2008). Violência e Maus-Tratos em Meio Escolar. Lisboa: Horizontes Pedagógicos, Instituto Piaget.

Brunet, L. (1995). Clima de trabalho e eficácia de escola. In Nóvoa, A. (org.) As organizações escolares em análise. Lisboa: Publicações Dom Quixote.

Byrne, B. M. (2001). Structural Equation Modeling With AMOS – Basic Concepts, Applications, and Programming. New Jersey: Lawrence Erlbaum.

Cascón, P. S. (2001). Educar en y para el conflicto. Cátedra UNESCO sobre Paz y Derechos UNESCO. Barcelona: Escola de Cultura de Pau.

Cornejo, R., & Redondo, J. M. (2001): “El clima escolar percibido por los alumnos de enseñanza media”. Revista Última Década, 15(9), 11-52.

Costa, M. E., & Matos, P. M. (2006). Abordagem Sistémica do Conflito. Lisboa: Universidade Aberta.

Curran, P. J., West, S. G., & Finch, J. F. (1997). The robustness of test statistics to non-normality and specification error in confirmatory factor analysis. Psychological Methods, 1, 16–29.

Freiberg, H. J. (1998). Measuring school climate: Let me count the ways. Educational Leadership, 56(1), 22-26.

Hoy, W., & Miskel, C. (2005). Education administration: Theroy, research, and practice (7ª ed.). New York: McGraw-Hill.

LaRusso, M., & Selman, R. (2011). Early Adolescent Health Risk Behaviors, Conflict Resolution Strategies, and School Climate. Journal of Applied Developmental Psychology 32(6), 354-362.

Lowe, B., Winzar, H., & Ward, S. (2007). Essentials of SPSS for Windows versions 14 & 15: a business approach. South Melbourne, Victória: Thomson Learning Australia.

Martínez Zampa, D. (2005). Mediación educativa y resolución de conflictos: modelos de implementación. Buenos Aires: Ediciones Novedades Educativas.

Martins, J. S. (2005). Violência e maus-tratos em contextos de socialização e delinquência juvenil. Tese de Doutoramento. Universidade de Santiago de Compostela, Faculdade de Psicologia, Espanha.

Paiva, M. O. A, & Lourenço, A. A. (2010). Disrupção escolar e rendimento académico: um estudo com modelos de equações estruturais. In Actas do VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia. Braga: Universidade do Minho.

Paiva, M. O. A, & Lourenço, A. A. (2011). Ambiente da sala de aula: um estudo de caso. Educação & Filosofia, 25(49), 17 - 42.

Peterson, R. L., & Skiba, R. J. (2001). Creating school climates that prevent violence. The Clearing House: A Journal of Educational Strategies, Issues and Ideas, 74(3), 155-63.

Revez, M. (2004). Gestão das Organizações Escolares Liderança Escolar e Clima de Trabalho. Um estudo Caso. Chamusca: Edições Cosmos.

Steffgen, G., Recchia, S., & Viechtbauer; W. (2013). The link between school climate and violence in school: A meta-analytic review. Aggression and Violent Behavior, 18(2), 300–309.

Straus, M. A. (1979). Measuring intrafamily conflict and violence: The Conflict Tactics (CT) Scales. Journal of Marriage and Family, 41(1), 75-86.

Straus, M. A., Hamby, S. L., Finkelhor, D., Moore, D. W., Runyan, D. (1998). Identification of child maltreatment with the parent-child conflict tactic scales: Development and psychometric data for a national sample of American parents. Child Abuse and Neglect, 22(4), 249-270.

Torrego, J. C. (2001). Modelos de regulación de la convivencia. Cuadernos de Pedagogía, 304, 20-28.

Torrego, J. C. (2007). Convivencia, Conflicto y Escuela. In J. M. Moreno Olmedilla & F. Luengo Orcajo. Construir ciudadanía e prevenir conflictos (pp. 49-59). Madrid: Wolters Kluwer.

Ullman, J. B., & Bentler, P. M. (2004). Structural Equation Modeling. In M. Hardy & A. Bryman (Eds), Handbook of data analysis (pp. 431-458). London: Sage.

Zullig, K. J., Huebner, E. S., & Patton, J. M. (2011). Relationships among school climate domains and school satisfaction. Psychology in the Schools, 48(2), 133-145.


Texto completo: PDF

Licencia de Creative Commons
Este obra está bajo una licencia de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-SinObraDerivada 4.0 Internacional.

 

Revista CES Psicología/ISSN 2011-3080 Facultad de Psicología Universidad CES

Publicada desde 2008

Ultima actualización Septiembre 30 de 2016

 

Copyright © 2011 Universidad CES, Calle 10A No. 22 - 04, Medellín, Colombia

 

http://www.ces.edu.co/