Efecto de la lovastatina sobre la producción de metano y la digestibilidad de lamateria seca in vitro del pasto kikuyo (Cenchrus clandestinus)

John Fredy Ramírez, Sandra Posada Ochoa, Ricardo Rosero Noguera

Resumen


Las emisiones de metano (CH4), provenientes de la fermentación ruminal del ganado, tienen un impacto negativosobre el ambiente y el balance energético de los animales, aumentando el calentamiento global y disminuyendo laenergía retenida, respectivamente. Existe evidencia que la lovastatina inhibe el crecimiento de metanógenos sinafectar otras poblaciones microbianas del rumen. El objetivo de este trabajo fue determinar el efecto de nivelescrecientes de lovastatina sobre la producción de CH4 y la digestibilidad de la materia seca (DMS) in vitro delpasto kikuyo (Cenchrus clandestinus). Fue empleada la técnica in vitro de producción de gas, incubando pastokikuyo de 45 días de edad con cuatro niveles de lovastatina (0, 0.01, 0.05, 0.10 mg/ml). Al término de 24 horas seevaluó la producción de gas y de CH4, la DMS y el perfil de fermentación. Un diseño completamente aleatorizadofue utilizado para el análisis de los datos, a través del procedimiento PROC MIXED de SAS. El mayor nivel delovastatina redujo significativamente (p<0,05) la DMS y la producción de gas y CH4. El perfil de fermentaciónno presentó una tendencia definida en función de los niveles evaluados, encontrando una mayor concentración deAGV en el tratamiento 0.05 mg/ml. Aunque se confirma que la utilización de lovastatina reduce significativamentela producción de CH4, sin afectar en igual medida la DMS, este efecto se evidenció con un nivel mayor al reportadopor la literatura. Posiblemente la respuesta está condicionada a la utilización de líquido ruminal, contrastando conlos cultivos puros de metanógenos empleados en otros estudios.

 

Effect of lovastatin on in vitro methane production and dry matter digestibility of kikuyu grass (Cenchrus clandestinus)

Emissions of methane (CH4), from cattle rumen fermentation, have a negative impact on the environment and energybalance of animals, increasing global warming and reducing the energy retained, respectively. There is evidence thatlovastatin inhibits methanogens growth without affecting other rumen microbial populations. The aim of this studywas to determine the effect of increasing levels of lovastatin on in vitro CH4 production and dry matter digestibility(DMD) of kikuyu grass (Cenchrus clandestinus). It was used the in vitro gas production technique, incubing kikuyugrass of 45 days old with four levels of lovastatin (0, 0.01, 0.05, 0.10 mg/ml). At the end of 24 hours, gas and CH4productions, DMD and fermentation profile was evaluated. A completely randomized design was used for dataanalysis, through the PROC MIXED SAS procedure. The highest level of lovastatin significantly reduced (p <0.05)the gas and CH4 productions and the DMD. The fermentation profile showed a tendency not defined in termsof levels evaluated, finding a higher concentration of VFA in the treatment 0.05 mg/ml. Although the lovastatinsignificantly reduces CH4 production, without affecting the DMD equally, this effect was evidenced with higher levelthan the reported in the literature. Perhaps the answer is conditioned to use of rumen fluid, contrasting with purecultures of methanogens used in other studies.

Key words: Global warming, isoprenoids, Methanobrevibacter, ruminal fermentation, statins. (Fuente: CAB).

 

Efeito da lovastatina na produção de metano e digestibilidade da matéria seca invitro do capim kikuyu (Cenchrus clandestinus)

 

As emissões de metano (CH4), produzido na fermentação ruminal do gado, tem um impacto negativo sobreo meio ambiente e o balanço energético dos animais, aumentando o aquecimento global e reduzindo a energiaretida, respectivamente. Há evidências do que a lovastatina inibe o crescimento de metanógenos, sem afetar outraspopulações microbianas ruminais. O objetivo deste estudo foi determinar o efeito de níveis crescentes de lovastatinasobre a produção de CH4 e a digestibilidade da matéria seca (DMS) in vitro do capim kikuyu (Cenchrus clandestinus).Foi empregada a técnica in vitro de produção de gás, incubando capim kikuyu de 45 dias de idade com quatro níveisde lovastatina (0, 0.01, 0.05, 0.10 mg/ml). Depois de 24 horas, a produção de gás e de CH4, a DMS e o perfil defermentação foi avaliado. Um delineamento inteiramente casualizado foi utilizado para a análise dos dados, atravésdo procedimento PROC MIXED de SAS. O nível mais elevado de lovastatina reduziu significativamente (p<0,05)a DMS e a produção de gás e de CH4. O perfil de fermentação não mostrou uma tendência definida em função dosníveis avaliados, encontrando uma maior concentração de AGV no tratamento 0,05 mg/ml. Embora confirma-seque a utilização de lovastatina reduz significativamente a produção de CH4, sem afectar em igual medida a DMS,este efeito foi evidenciado a um nível maior do que o relatado na literatura. Talvez a resposta seja condicionada àutilização de líquido ruminal, contrastando com as culturas puras de methanogens utilizados em outros estudos.

Palavras chave:Aquecimento global, estatinas, fermentação ruminal, isoprenóides, Methanobrevibacter (Fuente: CAB).


Palabras clave


Calentamiento global, estatinas, fermentación ruminal, isoprenoides, Methanobrevibacter

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